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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Gaia

Quando criança, imaginava que a Terra fosse o que vimos... Somente superfície! Pura ignorância.
Conhecer os aspectos físicos, biológicos e químicos desse imenso universo perdido em nossas mãos é um desafio para qualquer amante dos fenômenos naturais, principalmente hoje pelo constante bombardeio de informações e também pela preocupação - que de pre não tem nada, já é muito tardia - com a utilização dos recursos disponibilizados nas mais diversas formas pela natureza.

Há alguns dias, meu professor de Hidrologia Aplicada comentou algo muito por cima a respeito de uma obra do autor James E. Lovelock, chamada de Hipótese de Gaia, em que ele tratava todo o planeta como se fosse um organismo vivo; confesso que logo no princípio fiquei interessado, mas com a rotina absurda a qual me pego acabei esquecendo. Contudo, me veio esse termo na cabeça, o que me fez pesquisar e querer adquirir conhecimento sobre Gaia!

Pelo que pude aprender num primeiro momento, Gaia é deusa suprema da Terra na mitologia grega, dai o nome da hipótese formulada por J.E.Lovelock.
Na Hipótese de Gaia, todos os aspectos, sejam físicos, químicos ou biológicos estão intrinsecamente ligados, ou seja, se há um desequilíbrio em qualquer desses aspectos, os outros irão se manifestar de forma que permaneça o equilíbrio do "organismo". Num exemplo mais comum, temos os recordes de emissão de gases poluentes na atmosfera da terra, como CO2 e clorofluorcarbonetos, em consequencia disso todo o sistema responde de forma homeostásica, ou seja, autoreguladora, quando age aumentando a temperatura, em resposta ao efeito estufa, o aumento do nível dos oceanos, as fortes tempestades/queimadas, que assolam todo o mundo.

Particularmente falando, seria como uma febre em nosso corpo. Quando somos invadidos por vírus, rapidamente nosso organismo sente algo errado com o corpo e toma as medidas cabíveis para que melhoramos e fiquemos em equilibrio, nesse caso, liberando os leucócitos, que são as "hemácias" brancas ou os reguladores do nosso organismo...

Bom, prometo estudar muito sobre esse tema, pois é realmente do meu interesse... conforme vou estudando, irei colocando novos posts...
Abraço
J.P.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Demanda Bioquímica de Oxigênio

Uma das situações que mais chamam atenção nos aglomerados urbanos é o depósito de dejetos orgânicos, em grande maioria, produzidos por nós, seres humanos, no meio natural, isto é, nos córregos, rios, lagos, lagoas e mares. Para minimizar esta situação, grande parte dos dejetos, antes de serem descartados, são minimamente analisados, de forma que, ao retornarem ao meio ao qual pertencem, não haja risco de causar impacto significativo no corpo hídrico, fauna e flora, ou algum tipo de patologia nos seres humanos.

Quando certa quantidade de matéria orgânica é depositada, sem tratamento, em qualquer corpo hídrico, esta fará com que a demanda de oxigênio deste corpo aumente, ou seja, haverá menos oxigênio para os animais que ali habitam; assim, se há um descarte exacerbado de esgoto num determinado lago, por exemplo, fará com que a disponibilidade de O2 fique baixa, pois os microorganismos o consumirão, e torna conseqüente a morte dos animais que fazem do local seu habitat natural. Esse processo se chama Demanda Bioquímica de Oxigênio; biológicos, que correspondem à quantidade de oxigênio consumido na degradação da matéria orgânica; e o químico, que é um parâmetro quantitativo de matéria orgânica suscetível de ser oxidada por meios químicos que existam em uma amostra líquida.

O tratamento dos compostos orgânicos tem papel fundamental na preservação do ecossistema aquático, isso porque sua principal função é fazer com que os efluentes líquidos lançados, normalmente sem cuidado algum, possam ter um tratamento adequado para que não se tornem uma ameaça de grande potencial, seja para a saúde humana, ou para o meio em si.


J.P.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Crise Ecológica


Reflexões sobre a relação sociedade e meio ambiente

Saber qual rumo à conscientização humana deve tomar é um fator de relevante importância para o futuro do meio ambiente. Com base na afirmação anterior, temos inúmeras provas de que a forma que utilizamos os recursos ambientais não são os mais adequados podemos perceber com as inúmeras catástrofes que ocorreram no último século, como derrames de petróleo que aniquilaram populações inteiras de fauna.

Da mesma forma que os desastres ambientais aumentaram com eles nossa consciência passou a ser maior. Hoje é real a participação da sociedade em convenções, seminários isso mostra que, cada vez mais, estamos atualizados quando o assunto tratado é o meio em que vivemos.

A crise ambiental fez com que fossem desenvolvidas inúmeras tecnologias periféricas às ambientais e tais tecnologias acarretaram na diminuição do uso bruto dos recursos disponíveis pelos produtores primários, reduzindo assim a quantidade de biomassa utilizada no sistema, contudo ainda há muito que se desenvolver, pois a demanda ainda continua alta.

A tomada de consciência: dos limites do crescimento até o conceito de desenvolvimento sustentável

A preocupação com o desenvolvimento econômico global sempre veio à frente de muitas outras prioridades essenciais. Desde a pré-história o homem polui, entretanto somente há aproximadamente dois séculos, junto com a Primeira Revolução Industrial, a situação começou a tomar caminhos de relevância importância em escala global.

Somente no último século o homem passou a olhar as mudanças climáticas com outros olhos e a pensar que os recursos disponibilizados pela natureza não são inesgotáveis, a partir de então se começou a falar em desenvolvimento sustentável, que em poucas palavras nada mais é que uma “parceria” entre economia, sociedade e meio ambiente, onde permanece o desenvolvimento das três.

Ter um meio ambiente sustentável, é usufruir dos recursos de maneira que não prejudique o usufruto das gerações seguintes. Este assunto foi tratado por diversas vezes em reuniões internacionais como a Conferencia da ONU sobre o meio ambiente e meio ambiente de 1992, realizado no Rio de Janeiro.

Atualmente, acredita-se que para obter êxito nos estudos sobre as diversas formas de degradação ambiental que vem acontecendo é o entendimento da relação entre o meio ambiente e o desenvolvimento econômico.


João Paulo

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Qual a utilidade das Estações de Tratamento de Efluentes?

Sabemos que as Estações de Tratamento são para tratar os resíduos orgânicos que produzimos. Após o tratamento, qual a utilização da água para nós? Ela volta para seu ciclo natural? É redirecionada para a reutilização? Qual a finalidade de uma ETE para os recursos hídricos?

Antes de tudo, é importante saber o que é DBO, ou Demanda Bioquímica de Oxigênio... É o mesmo que quantidade consumida, ou a consumir. O termo "bioquímica" representa uma mistura de reações de origem biológica e química. Dessa forma podemos resumir que DBO é o consumo de oxigênio através de reações biológicas e químicas.
Quando as bactérias conseguem oxigênio para realizar a digestão, ela transforma a matéria orgânica em outra substancia. Esse processo é conhecido como mineralização.
Neste caso, se a quantidade de alimento disponível nos corpos d'água for muito grande, as bactérias se multiplicarão em demasia e disputarão entre si todo o oxigênio disponível no corpo hídrico.
Acabando o oxigênio, as águas dos rios, lagos ou subterrâneos que vivem essa situação serão incapazes de sustentar a vida aeróbica, isto é, de todos os organismos que necessitam dele para viver. Desta forma, é importante que se tenha um controle rígido no lançamento de matéria orgânica nesses corpos d'água, preservando um mínimo de oxigênio para evitar sua morte.
Um esgoto a céu aberto que deságua em um rio é uma fonte enorme de matéria orgânica. Diz-se então, que a DBO desse esgoto é alta e irá exigir um alto consumo de oxigênio do rio.
O tratamento de esgoto nada mais é que uma forma de reduzir essa DBO, antes que o esgoto atinja um corpo d'água. Com isso preserva-se o seu oxigênio e também, em alguns casos, elimina matérias orgânicas vivas transmissoras de doenças para o homem.

Fonte: Internet, com algumas modificações.

Qual utilidade das Estações de Tratamento de Efluentes?

sábado, 14 de agosto de 2010

Impacto Ambiental

Dando continuidade ao Projeto Ambiental Final, cujo assunto tratará sobre Diagnóstico Ambiental em uma Estação de Tratamento de Efluentes, darei prosseguimento aos estudos e as postagens, como prometido!

Definições de Impacto Ambiental:

Na literatura técnica, há várias definições de impacto ambiental, quase todas elas largamente concordantes quanto a seus elementos básicos, embora formulados de diferentes maneiras. Alguns exemplos são:

- Qualquer alteração no meio ambiente em um ou mais componentes provocada por uma ação humana. (Moreira, 1992, p. 133.);
- O efeito sobre o ecossistema de uma ação induzida pelo homem. (Westman, 1985, p. 5.) e
- A mudança em um parâmetro ambiental num determinado período e numa determinada área, que resulta de uma dada atividade, comparada com a situação que ocorreria se essa atividade não tivesse sido iniciada. (Wathern, 1988a, p. 7.).

De acordo com o conceito de Munn e Wathern, se um empreendimento vier a derrubar a vegetação atual, seu impacto deveria ser não comparando a possível situação futura (área sem vegetação) com a atual, mas comparando duas situações futuras hipotéticas: aquela sem a presença do empreendimento proposto com a situação decorrente de sua implementação, contudo nem sempre é possível empregar este conceito, devido à dificuldade de se prever a evolução da qualidade ambiental em uma dada área. Neste caso, propõe-se a comparação do projeto proposto com a situação atual do projeto.

Definição de Impacto Ambiental pela norma NBR ISO 14.001 : 2004
"Qualquer modificação do meio ambiente, adversa ou benéfica, que resulte, no todo ou em parte, das atividades, produtos ou serviços de uma organização".

No Brasil, a Resolução Conama nº 01 de 1986, erroneamente emprega o significado de Impacto Ambiental como "Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas ou biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas, que direta ou indiretamente afetem a saúde, a segurança, o bem-estar da população, as atividades sociais ou econômicas, as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente e a qualidade dos recursos ambientais." Se trata de um equívoco, pois esta designação cabe melhor à poluição, pois além de negativos, os impactos ambientais também podem ser considerados positivos, quando se trata da geração direta ou indireta de empregos ou de desenvolvimento regional proporcionado pelo projeto em questão.


Identificação dos Impactos:

O entendimento das atividades e operações que compõem o projeto e de suas alternativas, ao lado do reconhecimento das características básicas do ambiente potencialmente afetado, são os pontos de partida para identificação preliminar dos impactos prováveis.

Pesquisa bibliográfica e consulta a trabalhos similares BONS são prováveis primeiros passos de uma equipe encarregada de planejar ou elaborar um EIA.


Fonte: Sánchez, Luis Enrique. Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos. São Paulo : Oficina de Textos, 2008.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Mais um estudo abordando a Amazônia saiu recentemente. Feito pelo INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o estudo aponta uma queda de 49% em relação ao mês de junho. O índice mostra um desmatamento de aproximadamente 243,7 Km², o que equivale a 6 Parques da Tijuca - RJ.
Li a reportagem, pelo G1, site de notícias da Globo e sinceramente não há motivo algum para se comemorar. Não que eu seja radical e que queira que o desmatamento seja zero, só acho que seria interessante mais fiscalização e pessoas sérias para um combate mais eficaz ao norte do país; digo isto pois no próprio estudo foi constatado que agora o desmatamento não estão mais focados em pontos fixos, atualmente acontece que esses duzentos e poucos quilômetros estão dispersos na imensidão amazônica.
Não há queda, realmente, significativa do desmatamento sem uma fiscalização capaz de atuar de forma ativa por todo território da floresta e dizer que o tamanho a torna impossível de ser fiscalizada já não é mais desculpa. Temos satélites e muita tecnologia, inclusive com recurso estrangeiro, assim não há motivo concreto para a não fiscalização.
Mas, porém, contudo, entretanto estamos falando de Brasil não é?
A Amazônia brasileira é terra sem lei, onde interesses particulares são primeiramente atendidos.
Madeireiras, frigoríficos e muitos outros oferecem material bruto para grandes companhias de todo o mundo! E são realmente GRANDES: Yves Saint Laurent, Nike, Gucci, Bottega Veneta, Sergio Rossi e mais e mais e mais...
Pedir a certificação de materiais como madeira, quando se constrói uma casa, ou mesmo de uma roupa é legal!
Cada um é responsável por este planeta, é sempre bom lembrar.
Abraço a todos.

J.P.

LINK COM O FILME "HOME"COMPLETO NO YOUTUBE: http://www.youtube.com/watch?v=jqxENMKaeCU

domingo, 8 de agosto de 2010

Dona Maria

Num domingo atípico, assistindo um desses programas chatos de TV conheci a história da Dona Maria; uma senhora de idade que tinha 5 cachorrinhos e uma cabra, onde moravam todos em sua casa, antes de ser destruída por uma das enchentes de São Paulo.
Saber que ainda existem pessoas que se preocupam realmente com animais e que os amam e os tratam como um ente da familia me deixa aliviado. Totó e lindinha sãos os felizardos por terem uma mãe como esta que acreditou que poderia tê-los novamente em seus braços.
Me deu saudade dos meus cachorrinhos, os que já tive que a que tenho... Max, Thena, Xana, o Negão e agora a Pipoca... me lembro de todos eles e já chorei com a morte do brutos, o filhote da Thena.
Bom é isso...gostei da reportagem, dona Maria ganhou uma casa e com ela teus filhos...
Segundo dona Maria seus cachorros são mais que filhos para ela pois os mesmo a obedecem.
Enfim, parabéns Dona Maria. Tenho orgulho da senhora.

J.P.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Diagnóstico Ambiental

Brasília, 05 de Agosto de 2010 - 02:22


Agora a brincadeira virou algo sério!
Bom, este é meu tema do Projeto Ambiental Final... O que quer dizer? São meus últimos meses na faculdade; mal posso esperar para apresentá-lo.

Meu tema é Recursos Hídricos, definido já há alguns meses, proposto pelo Prof. Juan, de Hidrologia aplicada.
A princípio a ideia seria fazer um PRAD (Plano de Recuperação de Área Degradada), contudo percebi que não seria um tema muito fácil de se tratar pois um PRAD agrega inúmeros estudos, de inúmeras profissões diferentes, então resolvi tornar o trabalho um pouco mais específico.
Farei sobre O DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO DO GUARÁ - DISTRITO FEDERAL.
O tema proposto é objetivo e atualmente é de grande importancia, pois é algo que em toda cidade deveria ter e trata de aspectos físico, químico, social, biológico e outras coisinhas mais.

Nos próximos dias postarei vídeos, fotos e dados do local estudado para que quem acompanha o blog possa ter uma noção de como esse trabalho será realizado. Desde já aviso aos navegantes que continuarei com postagens normais como as que o blog vem aplicando.


domingo, 1 de agosto de 2010

Mudança....

Queria ser um animal livre numa floresta, fazendo o que quisesse, comendo o que quisesse, vivendo fora da rotina. Talvez a independencia não seja uma palavra que possa ser falada quando atingimos nossa maturidade, saímos da casa de nossos pais ou quando começamos a ganhar bem em algum emprego por ai.
O real significado de independencia, particularmente falando, é algo criado todos os dias por nós mesmos. Coisas diferentes, conhecer lugares e pessoas diferentes. Sempre fui assim, meio desapegado à pessoas ou costumes. Me sinto bem assim.

Há alguns anos passei por algumas situações que me fizeram refletir sobre o que é realmente ser livre, ser independente. Um tapa na cara daqueles bem dados, como se estivesse acordando de um susto depois de muitas horas de um sono profundo.

Buscar um entendimento com a natureza e o meio natural que convivemos é sempre interessante, todos os dias podemos descobrir coisas que estavam próximas e escondidas e o mais excitante de tudo é que descobrir dá um prazer imenso.

Hoje no trabalho ví um trabalho de um casal de americanos que gastaram 10 mil dólares para fazer uma pequena casa para passarem suas férias nas montanhas. Acho que queria algo assim, de tempos em tempos me desconectar do mundo civilizado, passar apertos, aprender a me virar com o que a natureza me oferece, e olha que é muita coisa.

Não me arrependo de nada que fiz até hoje, mas sinto que é hora de mudar radicalmente e quando digo isso não quero dizer em fazer uma barraca no meio da Amazônia selvagem, ou morar com índios em alguma aldeia perdida por ai... Preciso mudar de ambiente, de paisagem, de ar.
Acho que é hora de aprontar minhas malas e sair por ai procurando a felicidade como realmente quero, da forma que imagino, pois meu futuro depende do que eu faço agora. Se continuar na monotonia da vida cotidiana serei um quarentão nos bares e boates procurando diversão.

Quero ser diferente, quero viver intensamente cada minuto que Deus reservou para mim neste mundo onde o relógio é chefe.


João Paulo

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Tudo errado


Não é fácil falar de meio ambiente com muita gente... Pra alguns, jogar lixo na rua é favor para a sociedade, pois os garis estão ali pra isso! Pra outros, uma bateria de celular velha e inofensiva não fará mal algum se jogada de qualquer maneira do lixo. Tá tudo errado!
Estava esperando meu ônibus hoje e não acreditei no que vi... É incrível a consciência que o ser humano tem... jogam lixo no chão como se não estivesse problema algum e no final das contas acaba não tendo pois tem quem limpe! Por alguns minutos que fiquei ali parado observando foram pelo menos 15 copos descartáveis e ao menos 5 latas de refrigerante ou cerveja.
OkOk... Ecochato, agora imagine isso multiplicado por mais ou menos dois milhões e meio de pessoas... São 30 milhões de copos descartáveis.... e aproximadamente 13 milhões de latas...
Talvez isso aconteça porque muitas pessoas não tem acesso ao ensino adequado, mas isso não é desculpa. Será que quando comemos ou bebemos algo em casa jogamos no chão? Eu acho que não.
Talvez seja a sociedade, a cultura suja que está impregnada no povo brasileiro. Japão jogar lixo no chão é multa certa, isso colaria aqui no Brasil?
Certo é... ou cuidamos ou virão outros que melhor cuidarão!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Eu voto Marina...

Maria Osmarina Maria Silva Vaz de Lima. Este é o nome da política brasileira candidata à Presidência da República. Ambientalista, Marina propõe o desenvolvimento brasileiro sustentável, isto é, harmônico com a natureza.

Atualmente, admito em dizer que o Brasil se encontra em posição de status em relação aos demais países emergentes! Contudo, do que vale um governo que faz crescer a economia, o PIB, valoriza a moeda, se faz crescer também a produção de petróleo, o desmatamento da Amazônia?

Sou suspeito para dizer isso...

Não há maneira de se falar em desenvolvimento no Brasil, sem se falar em conservação dos recursos naturais, isto porquê SOMOS o mais rico do mundo em biodiversidade, temos mais de 50% de sua área coberta por ecossistemas que PRECISAM ser preservados e temos aproximadamente 20 % de toda água doce do planeta!

Hoje, ouvimos muito se falar em pré-sal. O pré-sal colocará o Brasil como um dos maiores do mundo, fará da Petrobrás uma das maiores empresas do planeta, que serão retirados bilhões de barris de petróleo por ano... Alguém já se perguntou pra onde vai todo esse carbono que está tão bem guardadinho? Para a ATMOSFERA.

RESUMINDO, o Brasil está nadando contra a maré. Enquanto países europeus como a Dinamarca, Holanda e Bélgica investem em meios para obtenção de energia renovável, o Brasil ainda está no tempo da coca-cola com rolha! Contudo faz isso porque quer... pois tecnologia nós temos!

Não se fala mais em Biocombustível, em investimento em fontes de energia renovável, só se fala no maldido petróleo.

MARINA SILVA, VOTAREI NELA! INTELIGENTE, COMPETENTE E PREOCUPADA COM O DESTINO NÃO SÓ BRASILEIRO PARA OS PRÓXIMOS ANOS. PODEMOS SER RICOS EM ENERGIA RENOVÁVEL, SER REFERÊNCIA PARA PAÍSES DESENVOLVIDOS!!!

João Paulo



Triste história...

Lendo o G1 hoje por volta da meia-noite me deparo com esta notícia... Em Sabará, Minas Gerais, uma coruja teve uma de suas asas COMPLETAMENTE DILACERADA por uma linha com cerol!
Pode ser uma fatalidade, mas qual será a expectativa de vida para este pobre animal? Suponhamos que você, que está lendo este blog exatamente agora, andando por ai, tenha um braço rasgado por uma linha com cerol... Qual seria sua reação?
E para esta coruja, que NUNCA MAIS poderá voar? Creio que para nós seria como perder a liberdade, como pegar uma prisão perpétua, nunca mais poder ir à uma praia ou sequer poder comer sozinho novamente.
O veterinário Fernando Pinto Pinheiro, que cuidou da coruja, afirmou ao G1 que a coruja chegou com a linha ainda presa na asa. “Ela estava com a asa esquerda totalmente dilacerada. Fiz os primeiros socorros e ela foi encaminhada nesta segunda para o Ibama”, disse. (G1)
Que direitos temos nós de fazer isso?
Pode ser uma coisa pequena, se comparada ao aquecimento global ou outros problemas de repercussão mundial, mas com certeza pagaremos por cada árvore cortada da floresta, por cada grama de carbono lançada na atmosfera e pagaremos também por tirar a liberdade desta CORUJA, que não mais poderá voltar aos céus novamente.

João Paulo

quinta-feira, 25 de março de 2010

Decorrente dos grandes problemas ambientais que começaram a ganhar destaque no mundo na década de 1960, uma nova face do Direito começou a ganhar importância: o Direito Ambiental. Junto dele, muitos países adicionaram à suas Constituições trechos em que estabelecem medidas preventivas e punitivas de crimes ambientais um exemplo é a de 1988 do Brasil, que é exemplo a ser seguido, contudo não se pode falar a mesma coisa sobre sua aplicabilidade.

Diversos doutrinadores vem questionando a utilização da expressão “meio ambiente” para descrever toda a ordem natural do planeta, como exemplo, biomas, flora, fauna e o próprio equilíbrio da sociedade atual com fatores mencionados acima e outros tantos dos quais fazem parte do grande ecossistema do qual pertencemos.

As palavras “meio” e “ambiente” segundo muitos estudiosos são consideradas sinônimos, então a utilização do termo terminaria por ser pleonasmo. No Brasil, o Direito Ambiental foi subdividido em outras quatro matérias: meio ambiente natural, meio ambiente artificial, meio ambiente cultural e o meio ambiente do trabalho.

Na década de 1970 a ONU (Organização das Nações unidas), começada a elaborar relatórios sobre os temas relacionados à problemática ambiental global, ainda hoje há reuniões que repercutem mundialmente, a última em Copenhague, Dinamarca, chamou a atenção de todo o mundo, porem com poucas questões resolvidas. Em 1992, no Rio de Janeiro, os relatórios emitidos pela ONU com as reuniões, mostrou um crescimento no quesito interesse, fazendo com que países que até então ignoravam os resultados dos relatórios, passassem a levar a sério os escritos.

O Direito Ambiental se torna importante quando se volta para a coletividade, onde todos são tratados com base no princípio da isonomia. Concedendo ao cidadão, o direito de modificar o meio para sua adaptação, mas em momento algum destruí-lo.

A sociedade tem grande importância na preservação do meio em que vivem, contudo, o Estado tem participação fundamental quando se fala da fiscalização e aplicabilidade das normas descritas em leis, decretos ou resoluções, pois de nada vale um texto legislativo amplo, sem que seus artigos sejam executados.

João Paulo

terça-feira, 23 de março de 2010

Qual a necessidade do homem?

Qual a necessidade do homem? Sentir superioridade em relação aos animais? Mostrar a todos os seres vivos que não há outro ser mais inteligente em toda a superfície da Terra? Que necessidade é essa que nos torna cegos, desde nosso nascimento até nossa morte? De fato, o interesse do ser humano é que haja alimentos em seu prato todos os dias, não importando donde seja nem qual a procedência desse alimento. E se estamos sendo ludibriados pelas grandes monopolizadoras de alimento da atualidade? E se estamos nos alimentos de fontes esgotáveis de alimento ou de animais extintos? Faz alguma diferença?

É mínima a importância dada às fontes de alimento que num passe de mágica aparecem em nossas mesas, com selos ecológicos, geneticamente modificados, que tem em sua composição mais agrotóxicos, ou elementos químicos, que o próprio alimento. Mas e se toda essa falta de preocupação agride diretamente nossa saúde? Faz alguma diferença?

Taiji, Japão, dias atuais. 23.000 golfinhos são mortos todos os anos, entre os meses de setembro e março. A princípio, a caça é feita para que treinadores selecionem golfinhos para apresentações em todo mundo, fato que torna esta pequena cidade do Japão, o maior exportador de golfinhos do planeta. E os que não são selecionados? Bom, são vendidos pelos pescadores, como carne de baleia; o que não se sabe, é que a carne do golfinho é 40 vezes mais contaminada com mercúrio, do que a carne de baleia. Mas esse dado não importa...não para o que quero mencionar.

Os pescadores levam os golfinhos para a área particular, é um lugar rodeado por grandes barreiras geográfica e de acesso difícil. Lá, longe das câmeras de jornalistas, ou de máquinas fotográficas de turistas, a maior barbaridade contra uma das espécies mais inteligentes do mundo acontece. Depois de selecionados, os golfinhos são barbaramente mortos e segundo o ex-presidente dos pescadores de Taiji, é para controle de praga, pois eles estão comendo muito peixe junto com as baleias.

Esse foi um exemplo real, dado para que procuremos conhecer a procedência dos alimentos que consumimos e se não estamos agredindo o meio procedente.

domingo, 21 de março de 2010

Pra que tanta ignorância?


Há alguns dias li uma reportagem que falava sobre a caça de baleias para fins de estudo na costa da Antártica. São imagens chocantes, assim como as de caça a golfinhos na costa do Japão retratado no documentário ganhador do Oscar 2010 - THE COVE -.

Segundo os japoneses, caçar baleias na costa do oceano nem tão mais gelado tem apenas fim científico. Daria para acreditar, se o Japão não fosse o lugar no mundo que mais consome carne de baleia no mundo.

Aonde vamos parar com tanta ignorância?

Saber respeitar a natureza é algo sabido, respeitar a natureza e seus limites nada mais é do que respeitar nossa manutenção como espécie, não mais como a racional e sim como todas as outras espécies que lutam por sobrevivência, sem agredir o meio em que vivem.

Tecnologia é sempre bem vinda, por proporcionar melhor qualidade de vida a alguma parte da população, mas a partir do momento que destruímos para obtenção de sucesso, passa a ser suicídio.

Todos os seres componentes do grande ecossistema que é a Terra tem de cuida-la de modo que que cada um se mantenha vivo como espécie, gênero ou família. Matar animais, queimar milhares de quilômetros de floresta, destruir rios, lagos, poluir oceanos, o ar, não é a forma mais inteligente de se criar equilíbrio.

sábado, 20 de março de 2010

Já andam me chamando de ECOCHATO

Não é mais novidade para ninguém que a Terra está ameaçada pelas atividades econômicas que o homem vem realizando desde a revolução industrial.

Sabemos disso e estamos pondo em risco não só nossas vidas, mas a vida de muitas outras espécies que tem tanto direito quanto nós humanos de um ecossistema esquilibrado.

Há algum tempo, ser Humano, significava ser solidário, preocupado com questões que não só envolvessem o nosso umbigo. Hoje, a realidade desta palavra tem outro significado. Todos nós achamos que o nosso umbigo é o centro da Pangeia, o problema é que caímos em nosso próprio erro quando concluímos que um só não pode fazer a diferença. Na realidade, se todos colocassem suas ideias em prática e as realizasse de forma persistente, teríamos um planeta mais equilibrado.

Já andam me chamando de ECOCHATO, dizendo que não vou conseguir mudar o mundo estudando o que estudo ou me preocupando em mudar as cabeças de algumas centenas de pessoas. Digo que estão errados. Afirmo, confirmo, garanto que continuarei assim e se conseguir fazer com ao menos uma pessoa mude alguns hábitos durante seu dia-a-dia me darei por satisfeito.

Esolhi essa foto por estar pesquisando alguns artigos sobre o descongelamento do Oceano Glacial Ártico. Lá, onde o gelo separavam grandes países e cidades, hoje já se pode atravessar em algumas horas ou dias. Mas o mais importante é que, os Ursos Polares estão perdendo seu habitat natural, a cada dia morrem afogados no oceano, seja por estarem cansados de nadar milhares de quilômetros e não encontrarem gelo onde possam descansar, ou quando acham, este não dura mais que alguns dias. Só lembrando, para alguns pode não ser novidade, mas na Antártica, não há urso polar.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Se a moda pega...

No Arizona, Estados Unidos, um salão de beleza cobrava 30 dólares, para que peixes-manicure fizesse a limpeza das unhas de mulheres.
Como se já não bastasse a pressão exercida pelo homem na utilização de recursos naturais, agora os mesmos estão utilizando seres para servirem de manicure e pedicure? Meu Deus, aonde chegamos.
Consciência não falta a muito, o real desafio da população é largar costumes que durante milhares de anos se camuflaram como bons.
A natureza hoje é fonte de todos os recursos utilizados pelo homem. Desde um lençol para cama até os componentes mais sofisticados que utilizamos em nossos computadores.
Fazendo pesquisas para elaboração do meu pré-projeto, na faculdade de Gestão Ambiental, li que para se fazer uma xícara de café, gasta-se em média, 100 litros de água, do plantio até a mesa; para se produzir 1Kg de carne bovina, são utilizadas, aproximadamente 15.000 litros de água.
Informação nós temos, competência e capacidade para mudar nossos costumes também; o que está faltando é a força de vontade.

NÃO É FALTA DE INFOMAÇÃO, É FALTA DE VERGONHA!

Por João Paulo Monteiro

terça-feira, 11 de agosto de 2009

"Só precisamos parar de cavar a terra e olhar para o céu"















Primeira aula de Poluição Ambiental e já tem um vídeo muito interessante, que em breve colocarei aqui. O vídeo fala de tudo um pouco, mas o principal assunto abordado é o que o consumo humano vai causar e o que já está causando ao planeta.
Países pobres e ricos estão no mesmo barco e todos tem que correr atrás do prejuízo, antes que o já dito e previsto se torne realidade.
Todas as fontes de energia utilizadas pelo ser humano, homo sapiens, como dito no vídeo...são providas de forma natural, só que o problema está na forma como é utilizada e qual é a fonte. Hoje temos inúmeras opções de energia "limpa", como a solar e a eólica.
Outro pronto citado e intensamente interessante é a superexploração do solo. Hoje, aproximadamente 50% de todo grão produzido no mundo é servido de alimento para os animais, enquanto mais de 1 bilhão de pessoas passam fome.
Ainda não é tarde para perceber que o que já foi feito está errado, podemos mudar isso.

PARA QUEM TEM PRESSA...O NOME DO FILME É: "HOME: NOSSO PLANETA NOSSA CASA."

segunda-feira, 13 de abril de 2009

458 empresas do PA são bloqueadas no cadastro de produtos florestais

Empresas não podem derrubar árvores, beneficiar e comercializar madeira.
União das Entidades Florestais do Pará contestou decisão.


A Secretaria de Meio Ambiente do Pará bloqueou 458 empresas no cadastro de produtos florestais. Segundo as investigações, as madeireiras teriam fraudado o sistema e falsificado documentos para a retirada ilegal de árvores da floresta. A participação de servidores públicos no esquema está sendo investigada.

Foram suspensos 39 planos de manejo, autorizações emitidas pela própria secretaria para a derrubada de árvores com menor dano ambiental.

Outras 912 empresas suspeitas de fraude estão sendo investigadas e terão que apresentar esclarecimentos. Se as explicações não forem convincentes, também poderão ter as atividades suspensas.

Reação

O esquema foi descoberto porque a Secretaria de Meio Ambiente do Pará emitiu planos de manejo para assentamentos onde já não havia mais áreas disponíveis para a derrubada legal da floresta.

A Uniflor, União das Entidades Florestais do Pará, não reagiu bem ao bloqueio. A entidade alega que as empresas atingidas não foram notificadas previamente. “Jamais [se pode] fazer um bloqueio sem notificação prévia, sem respeitar o devido processo legal e esse bloqueio se perpetuar no tempo e no espaço”, justificou Edgar Medeiros, advogado da entidade.

O secretário de Meio Ambiente do Pará explicou porque as empresas não foram avisadas. “Não houve chance de fazer um aviso prévio primeiro porque, dada as condições em que nos tomamos a decisão, as empresas já não poderiam estar funcionando. Então, não é algo que a gente deveria comunicar e pedir um esclarecimento. A situação documental impedia que ela tivesse funcionando plenamente”, disse Valmir Ortega.


Fonte: G1.com