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sábado, 23 de fevereiro de 2008

Prefeituras investem em chips e castração para controle de cães


No Recife, são adotados, em média, 30 animais domésticos por mês.
Programa de castração é desenvolvido em Curitiba.

Como medida de combate ao crescente abandono de cães e gatos, as prefeituras do Recife, Curitiba, Porto Alegre, Campo Grande e Belo Horizonte desenvolvem programas de incentivo à adoção e cadastramento de cães para facilitar a identificação dos animais e seus donos.

No Recife, a ênfase do programa é a adoção. O processo é gratuito. O interessado precisa apenas assinar um termo de responsabilidade se comprometendo a cuidar bem do animal. Para ser adotado, o animal recebe vacina contra raiva e é esterilizado. Em média, são adotados 30 animais domésticos por mês.

Em Curitiba, o problema da grande quantidade de cães nas ruas é combatido com uma campanha pela castração dos animais, seguida pelo incentivo à adoção. Os guardas civis são treinados para fazer a captura dos cães nas ruas. Depois de esterilizados, os bichos que não são adotados voltam para as ruas de onde vieram.

A Prefeitura de Porto Alegre prevê para o próximo ano investimentos na esterilização de animais domésticos. Por enquanto, o projeto está em fase de licitação dos pet shops que irão fazer as cirurgias. Campanhas de estímulo à adoção e posse responsável de cães e gatos também fazem parte do programa previsto para 2008.

Em Campo Grande e em Belo Horizonte, as prefeituras estão realizando a implantação de chips de identificação em cães. A medida tem o objetivo de registrar o animal e identificar o dono.

Na capital de Mato Grosso do Sul, o chip é colocado a um custo de R$ 15. No caso de Belo Horizonte, a chipagem representa uma medida de segurança. Os dispositivos são implantados apenas em pit bulls e contém informações do cão e seu proprietário.

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